quinta-feira, 12 de maio de 2016
sexta-feira, 21 de março de 2014
...
"As pessoas com quem você divide o planeta são de tremendo valor para você, mesmo quando vocês desejam coisas diferentes. O seu ambiente da Terra é grande o suficiente para acomodar toda a variedade de interesses, crenças, e desejos. Suas diferenças são uma grande vantagem na estimulação de novas ideias, e importantes para sua expansão.
Quando compreender o valor da diferença de opiniões, você irá imadiatamente encontrar valor em todas as relações.
E já que você não pode fazê-los mudar para te agradar, apreciá-los onde eles estão trará tranquilidade.
Algumas vezes parece que os outros tem o poder de afetar negativamente sua experiência, mas isso nunca é verdade. Só sua resposta a eles tem o poder de afastá-lo da pessoa que naturalmente sente-se bem, que você é.
Algumas vezes as pessoas acreditam que a felicidade delas depende da sua resposta para elas, mas isso nunca é verdade. Se você encorajá-las a acreditar nisso, e fizer de tudo para agradá-las, você não as ajuda, nem a você.
Quando você confia que alguém tenha sucesso sem o benefício de sua ajuda, você o vê como a fonte deles os vê.
Quando você acredita que o outro precisa de sua ajuda, e você escora a fraqueza dele com sua força, você não o ajuda.
Quando você busca pelos pontos fortes nos outros, mesmo quando são difíceis de encontrar, sua atenção a eles os amplifica. E em tempo, por causa do foco que você iluminou, aqueles pontos fortes se tornarão aparentes aos outros também.
Quando os outros agridem você, com raiva, com palavras ou ações, a batalha deles não é com você, mas com eles mesmos. Se você não tomar o comportamento deles pessoalmente - entendendo que é a batalha pessoal deles - em tempo, eles o deixarão de fora disso.
Algumas vezes você acha que é importante o que os outros pensam de você. Então você trabalha para extrair aprovação deles. Existe muito pouco que você possa fazer, para manter a aprovação deles, pois isso nunca é sobre você, é sobre eles.
Se você abandonar todas as preocupações sobre como os outros se sentem em relação a você, e focar-se apenas em como você se sente em relação a eles, você irá encontrar sua compreensão essencial de quem você é de verdade, e descobrirá o que a verdadeira liberdade é de fato."
Quando compreender o valor da diferença de opiniões, você irá imadiatamente encontrar valor em todas as relações.
E já que você não pode fazê-los mudar para te agradar, apreciá-los onde eles estão trará tranquilidade.
Algumas vezes parece que os outros tem o poder de afetar negativamente sua experiência, mas isso nunca é verdade. Só sua resposta a eles tem o poder de afastá-lo da pessoa que naturalmente sente-se bem, que você é.
Algumas vezes as pessoas acreditam que a felicidade delas depende da sua resposta para elas, mas isso nunca é verdade. Se você encorajá-las a acreditar nisso, e fizer de tudo para agradá-las, você não as ajuda, nem a você.
Quando você confia que alguém tenha sucesso sem o benefício de sua ajuda, você o vê como a fonte deles os vê.
Quando você acredita que o outro precisa de sua ajuda, e você escora a fraqueza dele com sua força, você não o ajuda.
Quando você busca pelos pontos fortes nos outros, mesmo quando são difíceis de encontrar, sua atenção a eles os amplifica. E em tempo, por causa do foco que você iluminou, aqueles pontos fortes se tornarão aparentes aos outros também.
Quando os outros agridem você, com raiva, com palavras ou ações, a batalha deles não é com você, mas com eles mesmos. Se você não tomar o comportamento deles pessoalmente - entendendo que é a batalha pessoal deles - em tempo, eles o deixarão de fora disso.
Algumas vezes você acha que é importante o que os outros pensam de você. Então você trabalha para extrair aprovação deles. Existe muito pouco que você possa fazer, para manter a aprovação deles, pois isso nunca é sobre você, é sobre eles.
Se você abandonar todas as preocupações sobre como os outros se sentem em relação a você, e focar-se apenas em como você se sente em relação a eles, você irá encontrar sua compreensão essencial de quem você é de verdade, e descobrirá o que a verdadeira liberdade é de fato."
sábado, 4 de janeiro de 2014
(...)
A política oficial dos EUA insiste que UFOs não existem. O véu do segredo deve ser removido, e removido agora, antes que seja tarde demais."
(...)
Presidente Clinton ao ser perguntado sobre o assunto: "Existe um governo dentro do governo, e eu não o controlo."
NASA co-founder Wernher Von Braun
The strategy that Wernher Von Braun taught me was that first the Russians are going to be considered to be the enemy. In fact, in 1974, they were the enemy, the identified enemy. We were told that they had "killer satellites". We were told that they were coming to get us and control us-that they were "Commies."..."Then terrorists would be identified. Then we were going to identify third-world country "crazies." We now call them Nations of Concern. But he said that would be the third enemy against whom we would build space-based weapons. The next enemy was asteroids. Now, at this point he kind of chuckled the first time he said it. Asteroids- against asteroids we are going to build space-based weapons.
And the funniest one of all was what he called aliens, extraterrestrials. That would be the final scare. And over and over and over during the four years that I knew him and was giving speeches for him, he would bring up that last card. "And remember Carol, the last card is the alien card. We are going to have to build space-based weapons against aliens and all of it is a lie."
Então, o modo para se fazer contato com esses seres, e de a humanidade como espécie ser bem vinda no Espaço seria estabelecendo paz Universal. Paz mundial não serviria, não seria suficiente ter paz só na Terra, temos que ter uma atitude pacífica com relação a todo o cosmos.
(...)
"Houve alguma vez que eles nos atacaram de volta?" Não. Essas desinformações são criadas para assustar as pessoas. Você sabe, assim como em 11/09, a forma de controlar as massas é pelo medo, que é oposto ao amor e a paz.
(...)Uma das razões para as mentiras, é tentar criar essa ideia de que existe alguma ameaça hostil no espaço, pois estão tentando plantar as bases para futuras guerras no espaço. E é a isso que temos que resistir, essa ganância da indústria militar.
(...)Infelizmente a maior parte do que existe de informação sobre esse assunto, em livros, videos, programas de tv, é informação deliberadamente falsa, projetada para um certo condicionamento psicológico. Primeiramente, para que as pessoas tenham medo.
As únicas vezes que ficamos assustados foi quando a polícia correu atrás de nós, ou quando helicópteros militares colocaram suas luzes sobres nós, e coisas assim. Nada sobre os ET's foi preocupante, tudo que é preocupante vem dos humanos."
"Esse é o nosso trabalho, estamos fazendo esses 'brinquedos', tentando fazer as pessoas acordarem e perceberem que não existem limites para o que elas podem fazer!
Elas não têm que viver na escravidão, não têm que viver na pobreza - isso é que foi dito a elas por pessoas que infelizmente querem controlar as coisas."
Elas não têm que viver na escravidão, não têm que viver na pobreza - isso é que foi dito a elas por pessoas que infelizmente querem controlar as coisas."
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Guerra é a solução?
Ônibus incendiados, tiroteios, prisões, superlotação nas cadeias, tortura, crime, corrupção, revolta da população, cobertura da mídia, polêmica na internet.
O cenário todo mundo já conhece, não é nenhuma novidade. Não é a primeira vez e não vai ser a última.
Mas quando a coisa fica assim tão evidente, o povo começa a se exaltar de várias formas. "Tem que matar esses bandidos, criminoso tem que pagar!" ou "Tem que intensificar a polícia, não é aceitável a população viver na mão dos bandidos!" ou, por outro lado "Tem é que prender esses políticos corruptos! Os bandidos são só resultado da pobreza, causada pela corrupção!". E por aí vai.
Quem é o inimigo?
Há quem coloque a culpa nos bandidos (óbvio). No governo, óbvio. Ou ainda nos pacatos cidadãos, que perpetuam as desigualdades pela inércia ("criminalidade é só um fruto da sociedade de consumo" - esse não é tão óbvio).
Mas uma coisa todos esses têm em comum: A ideia de que existe um inimigo a ser vencido. Combater os bandidos, combater o governo, combater as classes dominadoras.
E essa ideia de luta é inevitavelmente ligada a uma classificação de 'certo x errado' e 'bom x mau'. É raro ver alguma análise racional. O que você quer: se vingar do inimigo, ou acabar com a guerra?
Mesmo se você vence a guerra, você perde. Porque cada vitória cria uma nova guerra. Pode ser bom pro seu sentimento de vingança, revolução, orgulho, "enfim tiramos os opressores do poder". Mas e aí?
Não é muito difícil compreender que os bandidos não são malvados como nos filmes - eles agem de certa forma devido ao contexto em que vivem e viveram. Foi isso que eles aprenderam, não tinha alguém lá, ou alguma condição lá pra ensinar que o crime não compensava. Sem educação, lazer, família, etc, não dá pra esperar coisa muito diferente.
Se você olhar pela lente do bom e mau, então é fácil querer atacar, matar, prender o malvado. Mas isso só existe em conto de fada. Na vida real só existem situações - se o cara tá lá no tráfico, cometendo vários crimes, é porque ele passou por situações que culminaram nisso. Não é questão de ter sentimentos por ele, nem raiva nem compaixão (isso vai de cada um), mas de entender o que acontece, analisar o que leva isso a acontecer.
Agora, essa é a parte mais difícil: Quando você entende que o crime é um resultado de condições precárias, é natural que o inimigo venha a ser ou o governo, ou as 'classes dominadoras'. E você vai ver que muitos no governo agem deliberadamente para que realmente haja pobreza, miséria, sofrimento, etc, porque assim eles se mantêm com facilidade no poder e todo mundo conhece essa história. Mas aí caímos de novo na condenação. O que é muito, muito difícil, é analisar estes friamente também.
Se o governador/presidente/deputado é corrupto, ou age contra o povo, é porque ele é mau? Óbvio que o interesse dele é mais poder e dinheiro, mas ele prejudicar os outros pra obter isso é maldade? Muitos vão usar termos mais técnicos, mas o sentimento é esse; aqueles filhos da puta, safados, opressores, etc, ou seja, malvados. E dentro desse pensamento só existe uma solução: a guerra. Vamos combater, vamos tirá-los do poder, vamos unir os companheiros e derrubá-los de lá.
O conteúdo muda mas o processo é sempre o mesmo. Localizar o inimigo, julgar, condenar e combater.
E esse processo perpetua a guerra. Porque quem perde passa de vilão para vítima e recomeça tudo.
Agora, o que eu queria mesmo ver era o fim da guerra. Seja ela qual for. Quando se fala de guerras entre países é fácil perceber que não vale a pena. Mas e as do dia a dia?
A guerra só acaba quando você se aproxima e conhece o inimigo. Você não sairia matando pessoas de algum país, se tivesse morado alguns anos lá. É fácil sentir raiva e condenar pessoas de realidades distantes, mas quando você se aproxima e entende que eles, sejam quem forem, na verdade só estão fazendo o melhor que podem com o pouco que têm, não faz mais sentido combater. O que faz sentido é buscar soluções pacíficas. Mas pra isso você tem que abrir mão da sua raiva, do orgulho, da sede de vingança e pensar fria e racionalmente.
continuações em breve
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Revolver (2005)
Há algo sobre você mesmo que você não sabe. Algo que você nega existir. Até ser tarde demais para fazer alguma coisa a respeito. É o único motivo pelo qual você levanta toda manhã. O único motivo pelo qual você aguenta o chefe intragável, o sangue, o suor e as lágrimas.
É o porque você quer que as pessoas saibam o quanto você é bom, atraente, generoso, engraçado, maluco e inteligente. 'Tenha medo de mim ou me reverencie. Mas por favor, me considere especial'. Compartilhamos um vício: a necessidade de aprovação. Todos nós queremos um tapinha nas costas e o relógio de ouro, o grito da torcida. Olha só o garoto inteligente com o brasão polindo o troféu.
Continue brilhando diamante maluco! Afinal somos macacos de terno, implorando pela aprovação dos outros. Se soubéssemos disso, não faríamos isso tudo. Alguém está escondendo isto da gente e, se tivéssemos uma segunda chance, você perguntaria: por quê?
(do filme Revolver)
É o porque você quer que as pessoas saibam o quanto você é bom, atraente, generoso, engraçado, maluco e inteligente. 'Tenha medo de mim ou me reverencie. Mas por favor, me considere especial'. Compartilhamos um vício: a necessidade de aprovação. Todos nós queremos um tapinha nas costas e o relógio de ouro, o grito da torcida. Olha só o garoto inteligente com o brasão polindo o troféu.
Continue brilhando diamante maluco! Afinal somos macacos de terno, implorando pela aprovação dos outros. Se soubéssemos disso, não faríamos isso tudo. Alguém está escondendo isto da gente e, se tivéssemos uma segunda chance, você perguntaria: por quê?
(do filme Revolver)
Manipulando o comportamento através da identidade
Este estudo perguntou a 34 pessoas:
O quão importante é para você ser um eleitor nas próximas eleições?
ou
O quão importante é para você votar nas próximas eleições?
Note que o primeiro é o "substantivo" ou condição de identidade, e o segundo é o "verbo" ou condição de comportamento.
Os resultados da votação não são fornecidos. Mas adivinhem quem realmente compareceu para votar.
O que não deveria ser uma surpresa para ninguém aqui; identidade sobre comportamento sempre vence.
Esta pesquisa mostra que o desejo das pessoas de moldar suas identidades pode ser aproveitado para motivar comportamento.
Existem alguns problemas com amostras pequenas e talvez seleção enviesada, mas...
O que é interessante mesmo não é que isso motivou as pessoas a votar, mas que isso motivou as pessoas a votar mesmo quando poderiam ter simplesmente mentido. "É claro que eu votei," ele diz na Ação de Graças, "era muito importante ser um eleitor nesta eleição." Quem saberia?
Então neste caso, um comportamento externo foi influenciado, que poderia facilmente ser fingido, que ninguém iria verificar, e que provavelmente não receberia nenhum reforço/recompensa externa, diferente do que poderia ser obtido mentindo.
A influência foi realmente interna, não uma pressão social, não algo que seria igualmente satisfeito se fosse mentido.
Fonte: http://partialobjects.com/2011/07/manipulating-behavior-through-identity/
terça-feira, 16 de outubro de 2012
...
"É como se todo mundo recebesse sementes que são capazes de crescer no jardim dos seus sonhos, mas ninguém fosse informado sequer que as tivesse. Então, quando vêem o jardim do vizinho crescendo, seja porque o vizinho realmente encontrou as sementes ou acidentalmente as espalhou, existe uma corrida para ver o que está acontecendo.
De fato, indústrias inteiras são construídas ao redor da compra, venda, e troca dos jardins de outras pessoas. Agentes são contratados, equipes de vendas são montadas, e algumas vezes ações e títulos são emitidos. Vendedores competem, advogados são contratados, e contadores são processados. Há fusões e aquisições, compras e incorporações, picniques de empresa e dias de folga.
Há sementes que crescem em jardins privados. Sementes que se tornam 'as mais vendidas.' E sementes que se tornam famílias felizes.
É uma grande bagunça, e muitas vezes divertido, mas você acreditaria que um dos maiores impedimentos que as pessoas têm, hoje em dia, para encontrar as próprias sementes, é a fascinação pelos jardins dos outros?"
domingo, 7 de outubro de 2012
Dexter
O que nós temos aqui, um serial killer tentando se passar por normal?
(...)
Mas é uma ficção, certo? Então o que ele "é" não é importante, o que é importante é o que o público quer que ele seja: um serial killer fingindo ser normal, um monstro se escondendo em plena vista. Isso convenientemente nos deixaria fora da questão, eu admito, mas dizer isto por 7 temporadas não o torna verdade. A sua primeira dica é a narração, e as narrações têm o propósito de fazer o espectador desacreditar nos próprios olhos. Abaixe o volume, e veja: uma pessoa normal com relacionamentos normais, uma ligação com seu pai, irmã, filhos e amigos. "Mas ele não pode amar." HA! Diga-me como seria isso, sem usar exemplos da TV ou de filmes, eu estarei no bar com um bilhão de dólares de recompensa que você nunca vai receber.
E quando adolescentes e adultos secretamente me dizem (como se eles fossem os únicos) que se sentem um pouco como o Dexter, a falta de empatia, falta de emoção, "Eu me sinto como uma falsa normalidade grande parte do tempo", eu pergunto, espere, como você sabe que é assim que o Dexter se sente? Talvez você não seja como o Dexter tanto quanto ele é como você, isto é, como todo mundo. Engraçado como nós nunca nos conectamos com nenhum dos outros serial killers daquele seriado, só com o único cara que acha que é diferente de todo mundo, os quais pensam que são também diferentes de todo mundo.
"Ele é insano!" Faça o teste: ele é incapaz de entender que o que ele está fazendo é errado? Não. Ele é incapaz de se controlar? Não - ele cobre os rastros e espera por oportunidades. Ele está sofrendo de transtorno mental que prejudica sua razão? Não. Este é um homem são que foi permitido e que então permitiu a si mesmo perseguir e indulgir-se em desejos que, reconhecidamente, são bizarros*, sob a premissa de que são inatos e vão emergir eventualmente. Eu adoro o seriado e portanto estou feliz em torcer para o protagonista moralmente ambíguo, mas a TV está errada, isto não é sobre como um serial killer agiria se ele quisesse ser normal, isto é exatamente como você pensa que agiria se decidisse matar pessoas.
Texto original: http://partialobjects.com/2012/10/heres-whats-wrong-with-everyones-understanding-of-dexter/
*whacked
sábado, 11 de agosto de 2012
O Princípio da Incerteza na Psicologia
Você não pode conhecer uma pessoa sem se relacionar com ela, e uma vez que faz isso, você irrevogavelmente a modifica.
É só na relação com outro que você se define. Algumas vezes pode fazer isso com o seu Deus; mas em todo caso, qualquer adjetivo deve ser colocado em você por alguma outra pessoa. Você é corajoso? Forte? Engraçado, burro, nervoso? Tudo isso vem de outra pessoa. Então quando alguém se relaciona com você, ele(a) define quem você é. Você pode tentar controlar isto - como o narcisista tentando fazer a borderline vê-lo como ele deseja ser visto - mas no final das contas é com a outra pessoa.
Então nós somos, ou nos tornamos, qualquer coisa que alguém pense que somos? Não, é pior do que isso - nos queremos ser o que acham que somos. É por isso que mantemos a relação, de outra forma nós a mudaríamos. ("Eu me divorciei dela porque não gostei de quem eu me tornei.")
Nós fazemos isso porque é mais fácil, e nos serve. Você é bom porque ele te vê como bom - o que em troca permite a ele ser visto como alguém que pode detectar a bondade. E você aceita que é bom - ou mal/vulnerável/cínico/brilhante - porque isto serve a voê - existe algum ganho ali. Mas uma pessoa forte aceita que, por um lado a outra pessoa lhe fornece uma definição, mas por outro lado você é completamente indefinível, livre, a qualquer momento, para redefinir-se. Você pode desafiá-lo, desafiar a biologia, o ambiente, e ser qualquer coisa.
Você diz: Mas eu não posso ser uma estrela do futebol só porque eu quero. Mas isso é esperar que outra pessoa o veja de certa forma. Quer jogar bola? Vá jogar bola. "Mas não entrar em nenhum time." De novo, isso é querer mudar outra pessoa. Mude você primeiro.
Mas e quanto a identidade? Esse é o erro, a crença inútil. Pensar que somos nosso passado; que ele nos define. Nosso passado pode ser julgado - o que mais poderia ser julgado? - mas ele não pode - não deve - nos definir, porque em qualquer momento nós somos livres para mudar para qualquer coisa, qualquer outra coisa. E então, também, podemos ser julgados por não mudar.
Em última análise, você é responsável por tudo que faz e pensa. Não pelo que acontece a você, mas pelo modo que escolhe reagir. Nada mais fez você ser o que é. Nada mais fez você fazer o que faz.
Trinity disse melhor: "A Matrix não pode te dizer quem você é."
Artigo original com algumas citações a mais no começo: http://thelastpsychiatrist.com/2007/03/the_psychological_uncertainty.html
quinta-feira, 2 de junho de 2011
..
Que aventura a vida seria, se você vivesse sem desafios? Se tivesse o corpo perfeito, a auto-estima perfeita, todos te adorassem, e você ganhasse na loteria todo domingo?
Não.
Agora, e se, dolorosa como pode temporariamente ser, você escolhesse uma vida durante a qual os desafios pudessem surgir sempre que seu pensamento precisasse de expansão, com a plena condição de que cada um deles pudesse ser superado, não importa o quão assustador eles parecessem no começo?
Everything makes you more.
Besides, everyone adores you anyway.
Não.
Agora, e se, dolorosa como pode temporariamente ser, você escolhesse uma vida durante a qual os desafios pudessem surgir sempre que seu pensamento precisasse de expansão, com a plena condição de que cada um deles pudesse ser superado, não importa o quão assustador eles parecessem no começo?
Everything makes you more.
Besides, everyone adores you anyway.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
De onde vêm as ideias?
- As ideias não podem ser feitas de ar, Richard - respondeu, muito séria, de testa franzida. - Não podemos utilizar algodão-doce! Uma pessoa entrega a vida àquilo em que acredita. As ideias dessa pessoa devem sustentá-la, têm de suportar o peso das perguntas que ela própria faz e ainda o peso de cem, mil ou dez mil críticos, incrédulos e detratores. As ideias dessa pessoa precisam se manter de pé, de suportar a pressão de todas as consequências que gerarem.
(Richard Bach, Um)
(Richard Bach, Um)
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Most people do not realize that as they continue to find things to complain about, they disallow their own physical well-being. Many do not realize that before they were complaining about an aching body or a chronic disease, they were complaining about many other things first. It does not matter if the object of your complaint is about someone you are angry with, behavior in others that you believe is wrong, or something wrong with your own physical body. Complaining is complaining, and it disallows improvement.
sábado, 6 de novembro de 2010
Stop trying to figure it out. You do good at times, you let that mind energy go. You have an amazing mind, but what if there was something beyond the mind? What if there was something … Here, I’m going to address your mind on this. Mind, what if there’s something even better, bigger, more intelligent, didn’t need chemicals and electrical circuitry to figure things out? What if there’s something that is so grand and it’s already there? What do you think about that?
terça-feira, 19 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Alguns de vocês praticaram tão bem que vocês são os reis e rainhas do drama. Vocês sabem como desempenhar o seus papéis muito bem. Mas também sabem – como falamos disto em outras vezes – como tomar esta sagrada e profunda respiração, a respiração tranqüila que lhes permite entrar em um novo espaço e sentir a paz que a respiração traz com ela, e ser capaz de olhar para o que estiver acontecendo com novos olhos; não com os olhos do mundo, porque o mundo julga e o mundo costuma dizer que vocês estão em falta com tudo, mas serem capazes de olhar com os olhos sagrados e com amor para si mesmos e para as suas próprias escolhas e para os outros e para as escolhas deles e amá-los, não importa quais escolhas eles façam.
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